
Caminhoneiros de diversas regiões do Brasil se articulam para uma paralisação nacional – greve dos caminhoneiros – nesta quinta-feira (4/12), com o apoio declarado de representantes da categoria e do desembargador aposentado Sebastião Coelho.
Apesar da presença de figuras associadas ao bolsonarismo, os organizadores enfatizam que a mobilização tem foco em reivindicações trabalhistas e estruturais, e não em causas políticas ou ideológicas.
A convocação foi oficializada em vídeo nas redes sociais por Chicão Caminhoneiro, da União Brasileira dos Caminhoneiros, ao lado de Sebastião Coelho, que prometeu suporte jurídico à ação. Eles afirmaram que irão protocolar uma ação para legalizar a paralisação, garantindo que o movimento esteja dentro da legalidade e protegido de possíveis retaliações.
Relembre a greve dos caminhoneiros de 2018
No dia 21 de maio de 2018, o Brasil se deparou com uma das paralisações mais polêmicas de todos os tempos. Protestando contra os reajustes frequentes nos preços dos combustíveis, especialmente do óleo diesel, a greve, que durou 10 dias, disparou as cobranças em todo o país. No período em questão, o produto foi vendido entre R$ 3,87 e R$ 10,56, o litro.



