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“Cassiano & Justo: a dualidade que vira álbum, identidade e revolução artística”


Por Cassiano Justo, especial para o Nortesul


A construção de um artista moderno


Como alguém que vive na interseção entre educação, arte e inquietação criativa, sempre senti que minha trajetória não cabia em um único rótulo. Há anos percebo em mim uma dualidade que não é conflito — é potência.
De um lado, existe Cassiano: o professor, o pesquisador, a disciplina.
Do outro, Justo: o palco, a arte, a entrega, a intuição.
E foi justamente essa fusão que me levou à concepção do meu novo projeto, o álbum O Justo, onde os dois lados se encontram e se potencializam.
“Quando Cassiano e Justo coexistem, nasce quem eu realmente sou”, costumo dizer — e é essa verdade que guiou todo o processo criativo.
O álbum, ousado por natureza, atravessa diversos gêneros como Rock, Pop, Pagode, Pop Funk, Trap e até Sertanejo. Essa variedade não é por acaso: ela reflete minha curiosidade, meu olhar atento e minha forma moderna de consumir música.
Sou, acima de tudo, um artista pop, mas que jamais deixa de experimentar.


Destaque dentro e fora dos palcos
Paralelamente à música, uma parte essencial da minha identidade se desenvolve na educação. Atuando como professor de Física em Santa Catarina, tive meu trabalho compartilhado 17 vezes pelo perfil oficial da Secretaria de Educação do Vale do Itajaí, o @17creitajai, algo que considero uma honra pessoal e profissional.
Ver minha atuação em sala ganhar visibilidade me reafirma: Cassiano e Justo caminham juntos.
A arte amplia a educação — e a educação aprofunda a arte.
Com novos shows já em negociação, meu foco agora está voltado para o lançamento completo do álbum.
As faixas que marcam o início desta nova era.


A jornada começou forte.
A primeira faixa, “Scorpion”, lançada em inglês, nasceu de uma parceria internacional com a empresa norte-americana Scorpio — um marco que simboliza a expansão natural do meu trabalho para além das fronteiras brasileiras.
Nesta sexta-feira, 12 de dezembro, apresento no YouTube a segunda faixa do álbum: “1994 – Bruxo”, uma obra carregada de identidade e narrativa pessoal.
“Essa música fala de mim, da minha força, do poder que sinto desde que me entendo por gente. É uma afirmação da minha história.”
E de fato, é.


Uma era que está apenas começando
O Justo é mais que um álbum — é um espelho das minhas camadas.
É o professor, o pesquisador, o artista pop, o bruxo, o jovem que cresceu cercado de música e o criador que agora afirma seu espaço no cenário cultural catarinense.
Cassiano Justo não é apenas um nome.
É uma identidade viva, pulsante — e em plena expansão.

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